Ao pensar que a geração dos anos 70 são uma boa parte da população no mundo hoje, ao refletirmos que foram ensinados culturalmente pela geração 40, 50 e 60, bisavós, avós e pais, que transmitiram uma fé da necessidade de ir à igreja, meio pelo qual se socializavam, principalmente quando na migração de um lugar para outro, e construíam suas igrejas. Nos últimos 50 anos moveram-se muitas transformações na sociedade, da mensagem escrita à falada (telefone e celular e internet), da vela à energia elétrica (luz), da combustão ao elétrico.
A transformação foi a passos largos aos dias atuais, e a velha cultura transmitida pelos antepassados vem sendo transformada pela moderna e decadente moral. Mas a Igreja não deveria sofrer tanto com essas mudanças constantes, entretanto é visível o quanto tudo está mudando. Ao buscarmos a Palavra entendemos que nós somos o físico, e 1Coríntios 6.19 explica que somos a Igreja viva, o templo do Espírito Santo que se move através de nós na sociedade em que vivemos. Não devemos nos deixar influenciar pelas mudanças, mas usar as mesmas para ser a Igreja viva hoje, pois o que há de mais moderno está à nossa disposição para a comunicação; diferente dos antepassados, a transformação foi tal que eu e você podemos falar ao mundo de Cristo a qualquer momento, e a ferramenta está nas nossas mãos. Mateus 24.14 e Marcos 16.15, dizem que as boas novas serão pregadas no mundo inteiro para que todas as nações no mundo ouçam. Essa é nossa hora de ser Igreja, porquanto chegou o tempo da comunicação global da qual Jesus falou; e o fim está chegando.
Marcos A. Arndt
