Atrás de nossa casa há uma nogueira. Seus frutos são difíceis de enxergar porque têm a mesma cor das folhas. Em João 15, Jesus usou a alegoria da videira, cujo objetivo único era produzir uvas. Se ramos não produzem, merecem ser cortados, e secarão. O mesmo ocorre com a figueira, até vemos seus frutos de perto, e, quando as folhas caem, percebemos que a única coisa aproveitável nela é o fruto. Se não houver frutos, bem, não interessa para o agricultor.
Com essas passagens Jesus nos ensina duas grandes verdades.
Primeira: Devemos ter fé Nele depositando toda a nossa esperança e confiança, pois Deus pode transformar qualquer situação difícil.
Segunda: Jesus viu de longe uma bonita figueira, cheia de folhas, mas, ao se aproximar percebeu que não tinha frutos. Lamentavelmente!
A grande parte da cristandade está assim hoje: bela por fora, cheia de barulho e show, mas espiritualmente, por dentro, vazia, incapaz de produzir frutos. Para Deus o que importa é o que está dentro, o fruto. Nosso corpo volta ao pó, assim como as folhas e o tronco da figueira, que apenas servem de adubo.
Nosso dever é produzir frutos espirituais. Para isso precisamos entregar nossa vida a Jesus e receber o grande presente: a salvação por Sua graça.
O próprio Senhor passou pelo deserto, foi tentado, e disse que neste mundo teríamos aflições. No deserto da vida temos a grande oportunidade para aprender quem é Deus e sobre os frutos. Mas, se estivermos cheios do Espírito Santo, sairemos vencedores, como Jesus.
Ademar Zuge
