Dar e receber presentes faz parte da cultura humana. Seja em aniversários ou datas especiais, o presente sempre esteve presente na prática dos bons costumes. Nas linguagens do amor, dar e receber presentes figura como uma das formas como as pessoas o praticam e o aperfeiçoam. Presentear é uma verdadeira manifestação de interesse por outras pessoas. Infelizmente não há um critério para a prática de presentear. Provavelmente você tenha algo guardado em casa que tenha ganhado de presente, mas apesar de se sentir lisonjeado por recebê-lo, não tem o que fazer com ele.
Em Números 28, a palavra de Deus traz o assunto da oferta e dos sacrifícios que os hebreus ofereciam a Deus no deserto. Era prática regular, levar um cordeiro de um ano de idade, sem defeitos até os sacerdotes para ser queimado sobre o altar. Esse animal inocente a ser sacrificado no altar pelo sacerdote e ter suas partes queimadas como um aroma de justificação, era a tipificação do sacrifício definitivo que um dia iria acontecer na cruz, pelo sacrifício de Jesus. Moisés lembra os hebreus que esta oferta deveria ser acompanhada de outras ofertas e deveria ser um animal perfeito, sem machucados ou defeitos. Assim, se fez necessário um alerta para que não se agisse com ganância na hora de justificar seus próprios pecados.
Deus conhece nosso coração e intenções melhor do que nós mesmos. Apesar do Senhor ser o dono do ouro e da prata, é meu compromisso todo dia surpreender Deus com uma vida dedicada e derramada diante do altar. Seu sacrifício diário agradável a Deus tem sido na mesma proporção que Jesus o fez na cruz?
Marcos Langer
