Nas igrejas de tradição reformada, os cantos congregacionais são compostos a partir de textos bíblicos, são cantos comunitários durante o culto. Nas igrejas do Novo Testamento o canto era congregacional. Quando se canta se adora, se louva, se agradece, se regozija, se comunica verdades bíblicas. Não se requer um talento especial ou dom espiritual. Não divide o povo do Senhor. Não descarta a alguém. Por quê? É para a glória de Deus, um exercício espiritual enfatizando que Deus é espírito e edifica a todos. O canto deve ser em ordem e decência (1Coríntios 14.40).
Em 1960 foi formalizada a profissão do cantor no Brasil. Temos inúmeros grupos de louvor na igreja, que levam os presentes a louvar e adorar ao nosso Deus. Que este louvor seja de agrado do Senhor ao ouvir todas as vozes de seus redimidos; que as nossas cordas vocais vibrem com motivo de gozo e gratidão que emana dos corações que adoram ao Senhor. O canto congregacional é mais do que uma prática litúrgica; é um alimento para a alma do crente, une os fiéis, fortalece a comunhão, renova o espírito, proclama a fé, expressa nosso amor e a esperança se fortalece. Que bênção é ouvir todos os membros da igreja cantando juntos, com todo o seu coração. “Cantem ao Senhor com alegria, povos de toda a terra! Louvem o Senhor com canções e gritos de alegria” (Salmo 98.4). ESMR
Deus glorioso, Deus bondoso,
Abençoa-nos aqui;
Que esta igreja sempre seja
Consagrada só a ti!
Oh, cantemos, pois, com alegria
Neste grande e mui festivo dia!
Vê, vê o que nos fez o Rei dos reis!
