As cartas às igrejas do primeiro século foram escritas por homens inspirados pelo Espírito Santo para trazer ensino, conselhos, repreensões e encorajamento para os primeiros cristãos. São úteis até mesmo depois de quase 2000 anos, nos nossos dias, como corpo de Cristo para nosso aperfeiçoamento e fortalecimento na fé e para levarmos a palavra adiante.
Assim como essas cartas foram escritas às igrejas, nós também, como a Igreja do Senhor, devemos ser uma carta viva escrita por Ele ao mundo. Nosso testemunho, palavras e ações devem refletir os de Cristo também. As pessoas irão observar nossa conduta e ver que temos algo de diferente; vão notar a luz que brilha dentro do nosso ser quando agirmos com amor e respeito para com elas; perceberão que não agimos de maneira pecaminosa e indecente; verão que somos exemplarmente diferentes.
Nós como Igreja precisamos ser influenciadores, não influenciados pelo mundo e seus desejos. Para cumprir com a missão que nos foi deixada pelo próprio Senhor Jesus de pregar o Evangelho a toda criatura (Marcos 16.15), sejamos sal e luz para as pessoas perdidas e sedentas por um Salvador, tanto pelas nossas palavras como atitudes; sejamos usados e auxiliados pelo Espírito Santo para cumprir com nosso dever. Portanto, não sejamos somente pessoas que vão à igreja, mas pessoas que sejam a Igreja, que são ativas e dedicadas, que são cartas escritas por Deus e serão lidas pelo mundo, e tendo como o maior desejo honrar e glorificar o nome de Cristo, que nos resgatou das trevas para a luz.
Lucas E. Sommerfeld
