Esta conhecida frase, “convém que ele cresça e eu diminua,” foi dita por João Batista quando os judeus diziam, “todos estão indo ao encontro de Cristo.”
Existe um ditado que diz: Quando acordo de manhã, tenho que tomar uma decisão: Quero ter paz ou razão?
Quando olhamos para grandes conflitos, percebemos que o início de tudo começou com uma pequena discordância.
Esta também foi a intenção de Paulo quando escreveu aos Romanos. Ele queria dizer, nós que temos uma fé mais sólida, temos que ajudar os que estão mais fracos, iniciando a caminhada na fé. Isso também vale para o convívio familiar. Quantas discussões calorosas podem ser evitadas quando temos a intenção de ver o outro crescendo e eu me esvaziando! Mas o “fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5.22-23). Quando eles estão em nós não precisamos forçar para que floresçam, pois automaticamente farão os nossos irmãos na fé e familiares serem abençoados e crescerem.
Deus é Deus de paciência. Paulo incentiva que tenhamos o mesmo sentimento de uns para com os outros. Quando estamos nervosos, não é boa hora de falar. Deixemos a paciência tomar conta de nossos corações, daí teremos conversas produtivas. A palavra paciência significa: saber esperar, autocontrole emocional, ter paz no coração, domínio próprio.
Os gaúchos têm um ditado que diz: “Nada melhor que uma roda de chimarrão”. O sentido desta expressão significa, nada melhor que uma boa “prosa”, quer dizer, conversa. Um diálogo amistoso e respeitoso sempre resulta em ideias de paz e edificação amistosa, e, também edificação na fé.
Laércio J. Renner
