Certa vez uma criança na escola passava pela cantina e sentiu o forte cheiro de uma cozinha recém- saída do forno. Sem dinheiro para comprar e com muita fome, ficou observando próximo da bancada e, assim que ninguém estava vendo, pegou a coxinha e se escondeu para comer. Incomodado com o fato de saber que era errado, começou a dizer para si mesmo que roubar não é tão errado, pois estava passando fome, e foi a primeira vez. Dessa maneira se convenceu que o que fez tinha sua justificação.
A tentação não é fruto das circunstâncias, da sociedade problemática, nem de Deus como um tentador, mas fruto do coração pecaminoso que deseja o contrário de Deus. Jesus afirma que o pecado é gerado dentro de nós, por meio de nossos maus desejos. Geralmente caímos no pecado que já desejamos dentro de nós, e não como resultado externo.
Tiago destaca os passos que a tentação desenvolve até culminar no pecado. Primeiro vem a cobiça, ou seja, desejo por algo que não nos pertence. Esta, após ser concebida gera o pecado e então resulta na morte, ou seja, separação de Deus. A consequência nunca é boa porquanto traz resultados devastadores na nossa vida e para aqueles que estão próximos de nós.
Por isso, não dê lugar ao desejo pecaminoso que surge dentro de você, mas resista. O versículo 12 disse que “aquele que suporta com paciência as tentações e provações receberá a coroa da vida”. Vale a pena resistir às tentações, pois assim seremos como Jesus. Lembre-se, Ele venceu o mundo e o maligno e nos comprou com Seu sangue para vivermos Sua vida.
Diogo Almeida
