Participei certa vez do Congresso de Jovens da JEC em Panambi, RS. O preletor era o pastor Jaime Kemp. Ele orientou os jovens como escolher um cônjuge ideal. O que a moça deve observar no seu pretendente e já saber se este vai amá-la de verdade; e, também, o moço deve saber se ela o vai respeitar como cabeça do lar.
A moça deve observar como seu pretendente trata a sua mãe, suas irmãs, as tias, e o que ele comenta das mulheres em geral. Ou seja, qual é a sua postura diante do sexo oposto. Pois ao casar-se trocará a sua mãe pela jovem esposa e a tratará assim. O rapaz deve observar, na sua pretendente, o que ela fala do seu pai, dos irmãos, dos tios, dos homens em geral. Pois ao casar-se vai trocar o seu pai pelo seu esposo e o tratará assim.
Por que Paulo recomenda ao marido amar sua mulher e à esposa respeitar o marido? (Efésios 5.22- 25). Paulo tocou no ponto fraco dos dois: O marido é a parte bruta do matrimônio e tem dificuldade em ser sensível e carinhoso com a esposa: já a esposa quer mandar no marido e por isso deve respeitá-lo como cabeça do lar.
Eliézer seguiu o princípio da prontidão em servir! Precisa isso para ser esposa de um homem rico? Ou para um homem pobre? Imagina um homem próspero como Isaque, ou um homem pobre, ter uma mulher preguiçosa? Essa dica serve para todos os casamentos, não importa se é um simples membro na igreja, um diácono, um presbítero ou um pastor. A esposa prestativa sempre fará a diferença.
Guilhermo Boos
