Uma das várias categorias celebradas hoje é a das(os) advogadas(os), porque, em 11/08/1827, foram criados os dois primeiros cursos de Direito no Brasil: Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo/SP, e Faculdade de Direito de Olinda/PE. Essa recordação convida-nos a refletirmos se, perante a Justiça de Deus, também podemos contar com advogado.
No Brasil, sempre que alguém é acusado de cometer crime, deve ter, ainda que não tenha dinheiro para isto, garantia de defesa técnica, exercida por advogado(a) ou defensor(a) público(a).
A situação complica-se bastante quando se trata da Justiça de Deus, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). “Carecer” é “não ter”. Além disso, “você pode pensar que tudo o que faz é certo, mas o Senhor julga as suas intenções” (Provérbios 16.2 – NTLH).
Ou seja, tudo indica nossa perdição, “pois o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23a).
Lembrando frase do personagem Chapolin Colorado: “E agora, quem poderá nos defender?” Só Jesus! “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”
Jesus não esconde algo de Deus. Ele fez bem mais: aceitou cumprir a pena em nosso lugar! “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Parabéns, advogadas(os), pela passagem de seu dia!
Aceitemos Jesus como nosso Advogado, Salvador e Senhor!
Daniel A. K. Bertholdt
