O Dia Nacional da Adoção é celebrado em 25 de maio, no Brasil. Esta data foi oficialmente instituída pela Lei nº 10.447, de 9 de maio de 2002, e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da adoção legal como forma de garantir o direito de crianças e adolescentes a uma convivência familiar.
O plano de Deus para sua criação desde o princípio é que fôssemos Seus filhos, porém, o pecado cometido por Adão e Eva no paraíso causou a separação do homem (e da mulher) de Deus. Mas Deus ‘‘segundo o beneplácito de sua vontade’’ nos adotou porque isso foi do Seu agrado, porque Ele assim o quis. Não foi por obrigação, nem por mérito nosso, mas por amor, de forma livre e voluntária. Felizes os que podem adotar uma criança. No mundo de hoje ainda encontramos muitas pessoas preconceituosas com relação à adoção; elas mesmas, quando crentes, esquecem-se que são “adotadas” por Deus como filhos. Como uma Igreja para hoje devemos viver com a identidade de filhos de Deus, adotados por Ele e tratar uns aos outros como irmãos com graça, amor e paciência refletindo o caráter de nosso Pai celestial, sendo uma comunidade, uma igreja acolhedora, restauradora e cheia de compaixão, com uma liderança que acolhe como pais e mães espirituais, que acolhe os feridos e rejeitados sem julgamentos e que as pessoas acolhidas possam viver com segurança em sua identidade em Cristo.
Que as pessoas ao olharem para nós como igreja, como filhos adotados por Deus, possam falar como diz parte de uma canção tradicionalista riograndense: “Saiu ‘igualzito’ ao pai”.
Paulo C. da Silva
