Paulo orienta sobre a importância de a Igreja ser e viver como corpo de Cristo na verdadeira devoção, e não fundamentada na opinião humana e nem em costumes mundanos, mas se estende muito além das quatro paredes, devendo viver com zelo à verdade, propagando, testemunhando e defendendo o verdadeiro evangelho. Os crentes são diferentes, um povo chamado para fora do mundo, estando no mundo sem ser nem se contaminar com o mundo, mas, para ser sal e luz do mundo, resplandecer, porque Deus nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz a fim de servir e abençoar, e não fazer igreja, mas sim ser igreja.
Em Filipenses 2.15 diz para os crentes serem filhos de Deus, vivendo sem nenhuma culpa (irrepreensíveis) no meio de pessoas más, que não querem saber de Deus. No meio delas se deve brilhar como as estrelas no céu. Só assim serão capazes de produzir bons frutos para o Reino e impactar a vida de muitos que estão à sua volta com seu testemunho, preservando a sua identidade e cumprindo a sua missão aqui na terra rejeitando as inovações e o mundanismo dos nossos dias, pois ela não é um clube de diversões e entretimentos, mas é uma coluna firmada na verdade, assim como diz em 1Timóteo 3.15.
John Stott resume a função do crente (Igreja) da seguinte maneira: “Jesus chama os Seus discípulos para exercerem uma influência dupla na comunidade secular: uma influência negativa, de impedir a sua deterioração, e uma influência positiva, de produzir a luz nas trevas”.
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