A primeira ação de Noé ao sair da arca, não foi uma busca por sobreviventes, alimentos, segurança ou abrigo, mas foi adorar a Deus. Tomou os melhores animais limpos, preparou um altar e os ofereceu em sacrifício ao Senhor, entretanto não apenas por mera tradição. Em sua cultura e vida de fé holocaustos significavam muito: eram expressões genuínas de amor, gratidão e reconhecimento a Deus e às suas obras. Foi fiel ao seu Deus.
O coração de Noé estava tomado de gratidão pelo que o Senhor havia feito por ele e por sua família. Deus lhes preservou a vida em meio ao juízo que havia impetrado sobre a terra. Ele não apenas agradeceu, mas reconheceu a santidade e a soberania de Deus ao oferecer um sacrifício puro. O Senhor se agradou daquele aroma suave, mostrando que um coração quebrantado e sincero é o que ele deseja que seus filhos tenham e lhe apresentem.
Hoje nossa gratidão também é expressa pelo que oferecemos a Deus. Não podemos apenas expressá-la com ofertas de bens materiais, mas com um coração íntegro e disposto a amá-lo e servi-lo. Somos exortados a oferecer nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Romanos 12.1), em um culto constante ao Senhor em testemunho de obediência e santidade.
O sacrifício de Noé tocou o coração de Deus e impactou o futuro da humanidade. Deus fez uma aliança com Noé e sua família, os abençoou garantindo que jamais destruiria a terra com dilúvio. Examinemos nosso coração e ofereçamos ao Senhor sacrifício vivo, santo e agradável, que o glorifique e exalte produzindo resultados eternos em nossa vida.
Leila W. Sarmento
